Estados iniciam retomada da construção civil

Estados iniciam retomada da construção civil

Uma das apostas para iniciar a recuperação da economia brasileira, pós-pandemia, é a Construção Civil. Sendo um dos setores que mais injetam recursos e geram emprego, ele é visto como um exemplo para a retomada das atividades econômicas brasileiras, já que tem conseguido se manter durante o período.

Desde o início da pandemia do Novo Coronavírus, os estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil não paralisaram as obras da Construção Civil, considerado serviço essencial, de acordo com decreto do Governo Federal publicado no início de maio.

Dos estados do Nordeste, todos já liberaram a retomada do setor, com algumas ressalvas e preocupações com o comportamento da curva de contágio. Na região Norte, o setor retomou as atividades normalmente, com exceção do Pará, onde deve operar com metade da capacidade.

Demonstrando preocupação em relação à saúde e ao bem-estar dos trabalhadores, entidades do setor desenvolveram cartilhas em que orientam sobre as medidas de proteção necessárias nos canteiros e as medidas a serem adotadas em casos suspeitos ou confirmados da contaminação da Covid-19.

Retomada da economia brasileira

Os estados brasileiros apresentaram planos para a reabertura gradual das atividades econômicas. Ao longo das semanas, as autoridades da Saúde fazem estudos sobre a evolução do contágio e projeções para flexibilizar ou voltar a restringir a reabertura das atividades.

Em Live realizada pela Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio (AFEAL), em maio, o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, enfatizou a importância da Construção Civil na economia, já que o segmento impacta diretamente 97 outros setores. “Se alguém quer fazer o País crescer e ver o Brasil retomar, é mais fácil irrigar a economia via 97 torneiras do que com uma ducha que faz um buraco no chão”, defendeu.

Luiz França, presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), deu destaque para o número de empregos e rendas que a Construção Civil pode oferecer à população. “A redução do déficit habitacional gera um grande volume de empregos. Podemos chegar a 7,5 milhões de empregos diretos, indiretos e induzidos. No ano passado, a construção foi responsável por 11% dos empregos”, relembrou.

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